27.10.08

acho fantástica a crítica.

a inefável arte de olhar o rabo alheio e sentar sobre o seu.

na faculdade se faz muito isso, ó! não só lá, lógico. mas lá se faz com classe, com palavras pomposas e eufemismos elegantes.

um luxo!

tem alguns que se especalizam na crítica. melhor, como eles falam mesmo? ah sim, "na desconstrução do institucionalizado". hunrum, sei. descontrói-se, mas o que se constrói no lugar? trocar o ruim pelo vazio? não sei se rola...

então, você fica horas sentada com a bunda doendo numa sala ou quente como o inferno ou fria como meu refrigerador, horas e horas, e sai de lá com aquela sensação de que perdeu um momento da sua vida que poderia estar sendo usado para beber, comer ou fuder, ou qualquer outra coisas mais edificantes da existência.

que tal pensar em fazer melhor, por que não?

porque desconstruir por desconstruir, minha vizinha fofoqueira faz e de forma mais divertida.

escrito pela ana | 16:23 |

(...)




6.10.08

O amor que acredito:
Não prende,
não pede em troca,
não impõe condições,
não segue regras,
não tem nome.

O amor que acredito:
Liberta,
é gratuito,
é incondicional,
é espontâneo,
é apenas o que é.

Se o amor não for assim, será um mero remédio para a sua carência, um alimento para o seu ego, um apoio para a sua insegurança, mas jamais será amor.

[3 meses. é apenas o começo, pequeno. ]

escrito pela ana | 01:48 |

(...)






blog baseado numa música dos mutantes, chamada "o meu refrigerador não funciona". tem um monte de coisa na minha vida que não funciona, mas nem por isso ela deixa de ser bela. e debochada. assim como a música.




- ana carolina, mas me chame só de ana. 23 anos. subúrbio do rio de janeiro. futura psicóloga, cheia de trabalho pra fazer e matéria do faculdade pra estudar. e aqui, paz e liberdade para escrever o que realmente sinto. sem medo. sem vergonha. sem eufemismos.

- gosto de cinema, batata frita, fotografia, falar e fazer e ver sacanagem, sundae e milk-shake do bob's, do papai e da mamãe, de andar no meio da estrada de madrugada, de dormir abraçada com ele e de música boa que gruda na cabeça.

- não gosto de um monte de coisa. tirando as que todo mundo odeia, como a falsidade, a inveja e o bush, incluo o sentimento de propriedade, o capitalismo selvagem, gente recatada cheia de não-me-toques e de acordar com despertador.

- no cinema: muito sangue, violência gratuita, sexo, drama, romance piegas, terror, terrir, horror, trash, guerra, épico, fantasia, alucinógeno, suspense e tosqueiras em geral.

- na música: pop 80's e 90's, darkwave, industrial, synthpop, futurepop, ebm, trance, gothic rock, heavy metal, death metal, black metal, ethereal, new wave, pós-punk, música clássica, mpb e mais um monte de coisas inclassificáveis.

- na literatura: oscar wilde, machado de assis, álvares de azevedo, fernando e suas pessoas, edgar allan poe, e joão ubaldo ribeiro. pode ser em prosa, poema, romance, desde que seja bom já esá valendo.




meu passado me condena. o seu também, provavelmente.





sintam-se à vontade para entrar em contato. por aqui ou por ali.

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- 3 minutos
- júnia
- leis de murphy
- sabor de amarena
- utopia dilucular




Yeah
I feel good
Yeah
I feel lite
Now, you know that I'm no good alone
No good alone I miss you
Baby, tell me baby
Say you do baby
I know one thing you don't
Try my honey
Try to get someone lovin' baby
Try me late tonight
Don't say may be tonight, yeah
Try everything you want
Bu try me baby
I feel good
I feel lite, baby
Singing our song
Try my honey
I miss you
Don't wanna be alone
Come soon, baby
You gotta give someone love

O meu refrigerador não funciona
Eu tentei tudo
Eu tentei de tudo
Não funciona
Não, não, não
O meu, o meu
O meu refrigerador não funciona


não basta só amar, tem que respeitar


va-ca


blogger brasil. é ruim, mas é meu